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20 novembro 2009

Acabou (Até te esquecer)


Acabou, não interessa o que falhou
E não me interessa o que não mudou
Eu e tu sabemos o que se passou
Falei, tentei, expliquei
Prometeste-me e eu esperei
Magoaste-me eu perdoei
Foi mentira mas acreditei
Custou, mas acordei
O amor é uma merda, agora sei
Percebe, desejo-te tudo de bom
A última coisa que tenho pra ti é este som:

Porque: Por mais que custe, eu vou ser capaz (eu vou ser capaz)
Juro a mim mesmo não voltar atrás
Vou ter saudades mas tu não vais saber
Vou pensar em ti até te esquecer
Acabou, acabou, sim acabou
Acabou e não quero mais
Acabou, acabou, sim acabou
Acabou e não chores mais

Não há dor nem desgosto que o tempo não cure
Se eu amei e acreditei que ninguém me censure
Fiz o que pude agora mudo de atitude
A vida não para, estou vivo a só peço saúde
Não estava escrito, está tudo dito
Se perguntarem por mim diz que comigo tá tudo bem
Que não deu certo mas que a culpa não é de ninguém
Só é quando tiver que ser
Vou pensar em ti até te esquecer

Life goes on
I'm still here
But the love is gone

Não me apanhas nem ao telefone
Para me teres outra vez só se for um clone
E quando me vires na rua sorri, mas continua

Porque: Por mais que custe eu vou ser capaz
Juro a mim mesmo não voltar atrás
Vou ter saudades mas tu não vais saber
Vou pensar em ti até te esquecer
Acabou, acabou, sim acabou
Acabou e não quero mais
Acabou, acabou, sim acabou
Acabou e não chores mais

Dizias que amavas mas não mostravas
Sabias que erravas mas nunca mudavas
Fizeste tudo errado e agora és passado
Respiro de novo este ar renovado
Mas tou bem, tou bem assim
Tu não, não és pra mim
Chegou, chegou ao fim
Se não me matou tornou-me mais forte

Por mais que custe eu vou ser capaz
Juro a mim mesmo não voltar atrás
Vou ter saudades mas tu não vais saber
Vou pensar em ti até te esquecer
Acabou, acabou, sim acabou
Acabou e não quero mais
Acabou, acabou, sim acabou
Acabou e não chores mais
(Até te esquecer)

Vou pensar em ti até te esquecer
Vou pensar em ti até te esquecer
Acabou...

Boss AC

14 fevereiro 2009

12 fevereiro 2009

A Outra

Interlúdio
[inicio]
Eu sou a outra
Aquela que todos condenam
Que ao meu lado ele é feliz
Que tudo eu fiz nunca falam

Se limitam a ofender-me
Lutam para me destruir
Meus sentimentos ignoram
E meus olhos sempre choram

Na rua me chamam nomes
Trambiqueira interesseira
Já dizem que eu não te amo
Que te engano com outros homens

Eu choro, eu choro
Minha mãe para mim não fala mais
Meus irmãos estou a perder

Eu choro, eu choro
Minha família eu sacrifiquei
Por ti meu grande amor
[fim]

Eu sei que ele é casado
Tem família e tem mulher
Mas o que é que eu vou fazer
Se o meu coração, assim quer
Queria eu também ter um homem só
Para mim
Mas o que é que eu vou fazer
Se a destino não me dá

Quando o filho dele em casa esta
Doente
Eu também choro
Quando ele fica triste em casa
Eu também deprimo
Eu sei que ele só vem
Os domingos e as segundas
Mas eu lhe amo mesmo assim, eu lhe
Amo mesmo assim

Não me faltam homens que queiram me dar um anel
Mas a verdade é que com ele eu me sinto
Como se tivesse subido ao 01tar
Desculpa só é
Eu sou a outra, também mereço ser feliz
O meu senhor aiaiaia também mereça ser feliz
Eu choro, eu choro

Por isso eu assumo
Assumo, assumo, assumo eu sou a outra
Eu sou a outra...

Matias Damásio
Composição: Matias Damásio

09 novembro 2008

RIP Miriam Makeba aka Mama Africa

Miriam Makeba (4 March 1932 - 9 November 2008)

A cantora Sul Africana actuou num concerto em Castel Volturno, no sul da Itália no Domingo passado dia 09.11.2008. ANSA a agência Italiana de noticias disse que Makeba faleceu na Clínica Pineta Grande para onde ela foi levada a0 se sentir-se mal após a sua actuação num concerto contra o racismo e contra o crime organizado, em apoio ao escritor Roberto Saviano que escrever "Gomorra", um livro sobre o crime organizado no sul de Itália. PHOTO/REUTERS

Fonte: http://www.nation.co.ke/News/-/1056/489418/-/tll7d3/-/

26 agosto 2008

Mulher Sem Dono

Ouvi a música e gostei à primeira, pois fez-me lembrar uma gaja que andei a comer há luas atrás... Pronto, vou deixar ficar uma parte da letra, quem sabe tem haver contigo!

Oh! Amigo, veja só sua cabeça
Viver brigando por mulher de cabaré
Hoje tá com você numa boa
Amanhã vai curtir com quem quiser
Já ouvi dizer que você anda chorando
Sempre falando que esta mulher é sua

Juro que não vou acreditar
Eu não vou me confiar em certa mulher da rua

Essa mulher não é sua
E minha também não é

Vive só no abandono, essa mulher não tem dono
Ela é de quem quiser

Essa mulher não é sua
Você pode acreditar
Vive por aí jogada, sem carinho e abandonada
Sem ninguém pra lhe amar

Música de: Adelino Nascimento - Mulher Sem Dono

24 dezembro 2007

Obrigado Pai Natal

Eis um presente, e tanto, do nosso saudoso Azagaia, para este natal... Amei!!!

Música: Obrigado Pai Natal
Artista: Azagaia
Label: Cotonete Records

I
2007 começou no meio de chuva e champagne
Ninguém previa que ainda vinha muito chumbo e sangue
Távamos todos a ressacar, babalaze de fim de ano
Povo dança pa não chorar, parece filme indiano
Janeiro:
Começa com a Soico e os tribunais
"Bens penhorados devolvidos", lia-se em todos os jornais
E recebíamos a polémica visita oriental
O presidente da China senhor Hu Jintao
E é claro que rubricámos vários acordos pragmáticos
Uma Barragem no Zambeze, e a construção do novo estádio
E a China é generosa...
só quer madeira em troca
E desfloresta a nossa mata, com nossa mão-de-obra
Barata, e não se boicota como na Zâmbia
Deixa o povo só falar enquanto o nosso negócio anda
Cahora Bassa abre comportas inunda o vale do Zambeze
Deixa famílias ao relento, em Fevereiro isto acontece
Enquanto isso Ciclone Flávio faz mais outros reféns
E as ajudas são benvindas, em dinheiro ou em bens
As calamidades não descansam põem à prova o nosso povo
É tanta ajuda p'ra gerir põe à prova o nosso bolso
Março:
Dia 22, quinta feira
O nosso paiol explodia, eram estrondos e poeira
Terror em Laulane, Bagamoyo, e Malhazine
De Jardim a Hulene, Aeroporto e Magoanine

CORO:
Pelos casos que abafamos
Pelos carros que importamos
O salário que ganhamos
Obrigado Pai natal
De nada, filho.
De nada, filho.
De nada, filho.
De nada, filho.
Pelo povo que roubamos
Pelos danos que causamos
E no fim não pagamos
Obrigado Pai Natal
De nada, filho.
De nada, filho.
De nada, filho.
De nada, filho.

II
O povo...
Pede a cabeça do ministro
Ali em frente a assembleia,
Nunca vi nada igual isto
Mas a polícia teve e lá
E prendeu os manifestantes
Repôs a paz, lei e ordem...
No seio dos governantes
Inquéritos não deram em nada
Mais um acidente natural
Causado pelo calor, só despesas de funeral
Se não há provas não há crime
Quase mil entre mortos e feridos
É o balanço do Paiol de Malhazine.
Abril:
A polícia fuzilava à luz da lua
Lá no bairro costa de sol
Que não brilhava aquela altura
O PGR, rendia-se à famosa velha luta
Contra o Crime Organizado
Na Assembleia da República
(he) Quis pescar com rede fina peixe graúdo
Ninguém foi às audiências,
Nunca se viu tamanho insulto
Maio:
Mais um Shopping Center em Maputo
É a pobreza absoluta combatida com o luxo
E o Ministério da Agricultura queimava os seus arquivos
Mais um curto-circuito, não há provas nem arguidos
Lá se foi a base de dados da PROAGRI
Junho, Julho, Agosto, o juiz Paulino
O novo Procurador-Geral, tirou 7 do caminho
É bom que ele venha devagarinho
Porque a coisa tá quente no País do Foguinho.

CORO:
Pelos casos que abafamos
Pelos carros que importamos
O salário que ganhamos
Obrigado Pai natal
De nada, filho.
De nada, filho.
De nada, filho.
De nada, filho.
Pelo povo que roubamos
Pelos danos que causamos
E no fim não pagamos
Obrigado Pai Natal
De nada, filho.
De nada, filho.
De nada, filho.
De nada, filho.

III
"Agora matam-se entre eles
Traição na corporação"
Parece que o tal do Azagaia tinha razão.
Agostinho Chaúque
O homem que deu cabo da saúde
De polícias implacáveis ao crime Chaúque
Não perde de tempo com fraudes
Este homem assalta bancos
Afoga Mambas no Rio,
Só em polícias foram tantos
E o deixa-andar não deixou de mais uma vez ganhar um prémio
Mo-Ibraim, parabéns camarada você é um génio
Excelente governação,
O presidente sem governo
Agora acredito que existe
O paraíso eterno.
Novembro:
Sentimos todos no calor de Tete
O PR emocionar-se com a sua jogada de mestre
É que a dívida que ainda é dívida já não é dívida pra o povo
E não importa quem duvida, se quem duvida não é o povo
E é segredo bem guardado nos negócios do Estado
Esse enredo de empossarmos... o que pedimos emprestado
Com ajuda desse Banco muito bem selecionado
"Cabora Bassa já é nossa", cada um tira o seu bocado.

CORO 2X:
Pelos casos que abafamos
Pelos carros que importamos
O salário que ganhamos
Obrigado Pai natal
De nada, filho
De nada, filho
De nada, filho
De nada, filho
Pelo povo que roubamos
Pelos danos que causamos
E no fim não pagamos
Obrigado Pai Natal
De nada, filho
De nada, filho
De nada, filho
De nada, filho



from COTONETE RECORDS

27 julho 2007

08 junho 2007

Música para fim-de-semana



O minha maconha
Minha torcida
Minha querida
Minha galera
O minha cachoeira
Minha menina
Minha flamenga
Minha capoeira
O minha menina
Minha querida
Minha Valéria...
O minha maloca
Minha larica
Minha cachaça
Minha cadeia
Minha vagabunda
O minha vida
Minha mambembe
Minha ladeira
O minha menina
Minha querida
Minha Valéria...
O minha torcida
Minha flamenga
Minha cadeia
O minha maconha
Minha torcida
Minha querida
Minha galera
Minha vagabunda
Minha mambembe
Minha beleza
Minha copoeira...
O minha menina
Minha querida
Minha Valéria...
Minha torcida
Minha flamenga
Minha cadeia
O minha maconha
Minha torcida
Minha querida
Minha galera...


Minha Galera - Manu Chao

05 junho 2007

Manu Chao - Mr. Bobby



Sometimes I dream about reality
Sometimes I feel so gone
Sometimes I dream about a wild wild world
Sometimes I feel so lonesome

Hey Bobby Marley
Sing something good to me
This world go crazy
It's an emergency

Tonight I dream about fraternity
TONIGHT I say: one day!
One day my dreams will be reality
Like Bobby said to me

Hey Bobby Marley
Sing something good to me
This world go crazy
It's an emergency

Hey Bobby Marley
Sing something good to me
This world go crazy
It's an emergency...

Tonight I watch through my window
And I can't see no lights
Tonight I watch through my window
And I can't see no rights