17 maio 2009

Poetas e canalhas

Poetas e canalhas têm mais em comum do que gostamos de acreditar. São sedutores, envolventes, sabem utilizar bem a palavra e, sobretudo, como disse o português Fernando Pessoa, são bons fingidores. Fingem tão bem que nos perdemos em suas teias de rimas e versos.

“Os canalhas são fundamentais e raros nesta cadeia sexual. Há uma confusão tremenda entre ele e o cafajeste. Por isso, quis trazer esse novo perfil, que está mais para um Casanova que Don Juan. Ele deixou de ser uma caricatura, não colecciona mulheres, nem faz propaganda enganosa.”


“O humor é o único remédio contra a impotência! O homem que se leva muito a sério não levanta mais. Nem com Viagra! Não adianta! É preciso essa regeneração do riso”,...


Fabricio Carpinejar