20 julho 2008

Heroínas

Saberia la eu, que homem seria um dia, o mundo veria
Mamas adoraria, que mais saberia eu

Nascido chupando mamas oferecidas, encharcadas de néctar leite
Pares gelatinosas de borracha como leite caído em cascas de árvores,
Pobre de mim, visão minha que vê só com dois em duas mamas foi assim, que nasci
Quisera o mundo e mais alguém que guloso não fosse e não sou nunca fui

Se soubesse minhas próprias criava, redondas maduras, que te cairiam babas na
boca Que nem caiem na minha, quando dois olham duas que só me deixam ver sem pedir
É o que tenho e temos, nasci como todos nós diferente de todos igual a mim

Todos como eu poucos são, sortudos de duas ou mais mamas de circo circulares
sem animaisMas com a chupeta de minhas mãos dia e noite que nunca quero que acabem, que eu cole nelas

Mamas minhas do mundo, nossas belas de sabores mamais de mamadas que refrescam
Quem chupa, mama, lambe, toca, pega, sente, vê, beija, olha com olhos dois que temos que
poderíamos ter mais mas não temos, talvez um dia tenhamos, como estátuas estão para heróis e eu para as*minhas heroínas*

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