
Por mais que chames a fome de apetite, ela continuará sendo fome, e não se contentará em receber menos do que ofereceu a alguém.
Por mais que chames o amor de atração ou de qualquer outro eufemismo, ele continuará sendo amor, e não se contentará em receber menos do que ofereceu a alguém.
Só podes te enganar, mais ninguém. É o que está acontecer.
Entrar numa roubada não é azar, seria muita coincidência negativa. Na minha avaliação, entraste de propósito, escolhes os casos mais difíceis e complexos por uma mortificação consentida. Para aliviares-te do peso de acertar. Fazes o impossível para não acertar. É uma conspiração impensada, como se não merecesses a própria alegria (- não sei o motivo).
O prazer vem com o desafio e quita parte do sacrifício: o torpor do beijo, a adrenalina da dependência, as fantasias realizadas.
Mas o que procuras, acima de tudo, é a sensação de ser a única no mundo. Quando não consegues a singularidade no amor, procuras a singularidade no sofrimento.
Apareces como vítima do amor, só que também és a algoz. A sedução é um compromisso, como que não? Ser seduzida e seduzir, acção e resposta. Se te sentes usada, igualmente usaste. Estou errado?
O que me preocupa é teu destaque para a “desproporcionalidade”. Há confusão na origem de tua iniciativa. Estavas a brincar ou não, estavas desinteressada ou não? Vejo que precisas ter bem claro o que desejas. Mesmo que a clareza sirva para perdê-la depois.
A transparência evita mal-entendidos. E sinaliza sensualidade, poder, opinião.
Mostraste, desde o princípio, que desejavas ficar com ele? O que me sugere é que ele entendeu que era um caso, não havia seriedade. “Eu me entreguei com prazer a um flerte solto”. Passaste a cobrar atitudes depois da separação.
Mas será que ele não cumpriu as expectativas que alimentou no início, e tu mudaste as expectativas no decorrer da relação?
Ele não quis continuar porque transmitiu o enunciado errado. De repente, se realmente conhecesse a tua intenção, não teria começado a história.
Mudou o contracto no meio. Ele aproximou-se pela diversão. Tu por amor. Ele entrou podendo optar. Tu começaste sem opção. A opção era ele e só.
Não identifico nenhum problema em procurares homens infantis. Desde que não queiras descontar tua idade ou adotá-los. Deves ter paridade, igualdade no trato. Não ser complacente, muito menos senhora da razão. Experiência não tem idade. A postura materna não seduz, afasta. Posso garantir que o homem não vai casar duas vezes com a mesma mulher...
Por mais que chames o amor de atração ou de qualquer outro eufemismo, ele continuará sendo amor, e não se contentará em receber menos do que ofereceu a alguém.
Só podes te enganar, mais ninguém. É o que está acontecer.
Entrar numa roubada não é azar, seria muita coincidência negativa. Na minha avaliação, entraste de propósito, escolhes os casos mais difíceis e complexos por uma mortificação consentida. Para aliviares-te do peso de acertar. Fazes o impossível para não acertar. É uma conspiração impensada, como se não merecesses a própria alegria (- não sei o motivo).
O prazer vem com o desafio e quita parte do sacrifício: o torpor do beijo, a adrenalina da dependência, as fantasias realizadas.
Mas o que procuras, acima de tudo, é a sensação de ser a única no mundo. Quando não consegues a singularidade no amor, procuras a singularidade no sofrimento.
Apareces como vítima do amor, só que também és a algoz. A sedução é um compromisso, como que não? Ser seduzida e seduzir, acção e resposta. Se te sentes usada, igualmente usaste. Estou errado?
O que me preocupa é teu destaque para a “desproporcionalidade”. Há confusão na origem de tua iniciativa. Estavas a brincar ou não, estavas desinteressada ou não? Vejo que precisas ter bem claro o que desejas. Mesmo que a clareza sirva para perdê-la depois.
A transparência evita mal-entendidos. E sinaliza sensualidade, poder, opinião.
Mostraste, desde o princípio, que desejavas ficar com ele? O que me sugere é que ele entendeu que era um caso, não havia seriedade. “Eu me entreguei com prazer a um flerte solto”. Passaste a cobrar atitudes depois da separação.
Mas será que ele não cumpriu as expectativas que alimentou no início, e tu mudaste as expectativas no decorrer da relação?
Ele não quis continuar porque transmitiu o enunciado errado. De repente, se realmente conhecesse a tua intenção, não teria começado a história.
Mudou o contracto no meio. Ele aproximou-se pela diversão. Tu por amor. Ele entrou podendo optar. Tu começaste sem opção. A opção era ele e só.
Não identifico nenhum problema em procurares homens infantis. Desde que não queiras descontar tua idade ou adotá-los. Deves ter paridade, igualdade no trato. Não ser complacente, muito menos senhora da razão. Experiência não tem idade. A postura materna não seduz, afasta. Posso garantir que o homem não vai casar duas vezes com a mesma mulher...
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