O homem, novo macho da espécie humana, pode finalmente assumir o seu papel de indivíduo evoluído do reino animal, conquistados que estão os instintos primitivos, que orientavam todos os seus actos. Na verdade o homem age agora mais racionalmente, ou melhor ainda, com inteligência emocional, mesmo em benefício de outros, em detrimento do bem próprio.Longe vão os tempos da ditadura do código genético, que o obrigava a procriar com o maior número possível de fêmeas, por forma a maximizar a perpetuação do seu código por gerações futuras, quantas mais melhor. Assim, deixando de pensar com a cabeça de baixo, o homem procura hoje mais a qualidade que a quantidade, mais a personalidade que o aspecto físico da parceira, posicionando-se de forma madura e responsável em relação à sexualidade. Abandona pois o período infantil, na sua escala evolucionária.
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