06 abril 2006

Utilitarismo

É tudo tão pouco quando se penhora o futuro; e o presente sabe ao gelo de um gelado que se derrete antes de chegar à boca... muitas vezes, porém, é o máximo que se pode aproveitar; então desperta-se subitamente e exorta-se esse presente, cerra-se os olhos a todos os redores e o mundo ganha ali todo o seu significado e nunca mais se esgota.

Se todos somos livres de escolher é porque ninguém o é de facto; entenda-se, contando apenas consigo... de si para si.

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