18 março 2006

Fazer Amor...

Fazer amor requer arte inconsciente
Fazer amor transcende o feio e o bonito
Fazer amor requer a alma despida
Fazer amor transcende a sexualidade
Fazer amor é ignorar todos os conceitos formais da humanidade e se entregar como quem se doa a si mesmo
Fazer amor não tem vínculo algum com o lado físico dos seres
Fazer amor é uma divindade. Divindade que advém do mais nobre dom da vida: a própria vida. Fazer amor é enlouquecer a anatomia.
Não importa a forma. O que importa é não importar com coisa nenhuma.
Fazer amor é fazer de inconcebíveis palavrões um lindo poema.
Fazer amor é fazer do corpo um banquete de sonhos e fazer da alma o berço do gozo...

by:
José Eustaquio da Silva

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