
«Nos bailes de Carnaval, aonde a ilusão é tudo e o devaneio da mocidade mais se faz sentir (...) e se nos afigura uma máscara que tanto encobre a prostituta como a barregã, a casada ou a donzela... É sempre por este tempo que muitas mulheres bem conceituadas até então começam a prostituição clandestina...»
Amorim Pessoa in "História da Prostituição em Portugal", 1887. p.545
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